| Netbooks espantam a crise e impulsionam vendas de PCs |
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| 24 de Novembro de 2009 | ||||||||||
As previsões pessimistas perderam vez, apesar da crise financeirafonte: Convergência Digital (23.11.2009) O Gartner, que chegou a estimar uma queda de 11,9% nas vendas de PCs este ano em relação a 2008, agora, trabalha com um crescimento de 2,8%. O 'mocinho' do mercado foi o netbook, informa a consultoria. Segundo ainda o Gartner, os netbooks tiveram um forte incremento no terceiro trimestre, em função do retorno às aulas no hemisfério norte. Tanto é assim que a venda de notebooks deverá alcançar 162 milhões de unidades este ano, um aumento de 15,8% em relação a 2008. Já os netbooks devem chegar a 29 milhões de unidades comercializadas. O incremento de notebooks e netbooks supera, e fácil, a queda das vendas dos PCs tradicionais (desktops), estimada em 9%. Segundo a consultoria, os desktops devem vender 136,9 milhões de unidades, ou 46% do mercado total de PCs. O impacto maior da crise está no faturamento. Apesar de vender mais, a indústria deverá ter uma receita com uma queda de 11% em relação a 2008, em função, principalmente, dos preços mais baixos ao consumidor, originados pelos equipamentos de menor tamanho e da maior competitividade. O Gartner, no entanto, não vê ainda impacto do Windows 7 nas vendas. "Não vemos consumidores comprando PCs novos apenas por causa do Windows 7", disse o analista George Shiffler, do Gartner, em seu relatório. "Esperamos um salto modesto na demanda do consumidor à medida que surjam promoções de novos PCs com Windows 7, mas a atração será os novos PCs, não o Windows 7", completa. Para 2010, a cautela ainda reina. Ainda assim há previsão de crescimento. Segundo a consultoria, deverão ser comercializados 336,6 milhões de unidades, um incremento de 12,6% em relação a 2009. As vendas de laptops deverão crescer 21,2% para 196,4 milhões de unidades em 2010, impulsionadas por 41,4% de crescimento nas vendas de netbooks, para 41 milhões. Entretanto, o crescimento geral dos netbooks deverá diminuir, observou Shiffler, à medida que eles começarem a enfrentar mais competição de outros aparelhos móveis, como smartphones e smartbooks com processadores ARM.
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As previsões pessimistas perderam vez, apesar da crise financeira