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Lei da Mordaça continua valendo PDF Imprimir E-mail
25 de Marco de 2010

Escolas de SP são orientadas por diretoria de ensino a se calarem sobre greve. Pelo menos 77 escolas estaduais da zona leste de São Paulo foram orientadas a não dar informações para a imprensa sobre a greve dos professores.


A iniciativa partiu da Diretoria de Ensino da Região Leste 3, em comunicado enviado por e-mail aos diretores das escolas no início do mês. A região leste 3 compreende os distritos de Cidade Tiradentes, Guaianases, Iguatemi, José Bonifácio, Lajeado e São Rafael.

No texto, a diretoria afirma que, por causa da paralisação, que teve início no dia 8, "A imprensa está entrando em contato diretamente com as escolas solicitando dados e entrevista." E pede: "Solicitamos ao diretor de escola para não atender a esta solicitação." O comunicado ainda orienta como proceder em relação ao envio de informações sobre a greve para o governo, detalhando dias e turnos em que os professores estiveram ausentes.

Em nota divulgada ontem, o governo afirmou que a orientação da diretoria regional "é para que os pedidos de jornalistas às escolas sejam encaminhados à assessoria de imprensa da Secretaria da Educação". O texto ainda afirma que o setor deve fornecer informações e entrevistas solicitadas por jornalistas, já que "o trabalho da assessoria de imprensa é uma praxe em instituições públicas e privadas".

Para a Apeoesp (Sindicato dos Professores do Ensino Oficial de São Paulo), a medida "fere a liberdade de expressão". As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte: Agência Estado -  24/03/2010

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cremilda estella teixeira  - De lanterna na mão     |29-08-2010
DE LANTERNA NA MÃO.
28 28UTC agosto 28UTC 2010 — cremildateixeira | Editar

Acho que vou carregar
uma lanterna imaginária na mão. Um filósofo da antiguidade carregava uma lantena na mão em busca
de um homem honesto.
Eu estou de olho no programa eleitoral procurando candidatos que realmente
queiram fazer algo pela escola pública e pela educação no Estado de São Paulo e pelo Brasil.
Vem
com as mesmas promessas de sempre.
Muitos com a cereja em cima do bolo podre.
As verbas que a escola
pública são milionárias e as escolas miseráveis. Verba não chega no aluno que é lembrado
apenas como desculpa para as verbas gordas.
O remédio todos sabemos que é a fiscalização.
Não
fiscalizando o serviço e pagando o funcionário fazendo ou não fazendo o serviço, aquele que faz
passa por trouxa e acaba não fazendo por conta da pressão de quem não faz.
Não ví ainda uma
proposta para os pais.Falam de aluno,que é por conta dele que a verba sai.
Falam de salário de
professor, e aumentando o salário do professor para qualquer quantia sem fiscalizar não resolve o
problema da escola pública. O salário pode ser milionário: nos primeiros meses o professor vai se
sentir contemplado, mas seu padrão de vida vai aumentando. O carro que era um popular passa a ser o
mais caro, ele muda de casa e de habito e no final de poucos meses o salário altissimo fica baixo e
ele vai começar a berrar atrás de...

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